Descrição
Em seu terceiro livro de poemas, Juliana Sell expõe as fissuras da alma feminina, a dor no cotidiano em meio ao seguir dos dias. São feridas, ainda em carne viva, que impulsionam o grito-palavra. As vísceras balançam em redes, fazendo ranger as paredes do corpo.
Sua escrita é remédio e alimento na banalidade modorrenta dos dias. Entre faxinas, cafés e supermercados, a dor transmuta-se.
Com fome e desejo, o eu lírico dialoga com vários rostos à procura de si e nos conta que “a poeta se apaixona mais pelas palavras do que pelas verdades que não aparecem na poesia”.
Cyntia de Oliveira e Silva (escritora, editora e fundadora da Oficina da Palavra).







Avaliações
Não há avaliações ainda.